A força da postura

Minha rotina começa cedo e hoje não foi diferente. Acordei e e entre tomar café e me arrumar para sair dei uma olhada nas notícias do dia. Uma delas me deteve:

Postei prints da tela nos stories do Instagram e percebi que houve um engajamento sobre o tema. O vento que soprou aqui estava soprando em outros lugares. Então, me dediquei a refletir mais atentamente sobre a questão. O que me moveu e moveu o meu entorno?

No dia 23 de agosto de 2020, Jakob Blake, um homem negro de 29 anos foi baleado sete vezes pelas costas pela polícia do estado de Wisconsin. Ele tentava separar uma briga entre duas mulheres quando foi abordado pelos policiais. Até o momento em que escrevo o texto, ele está internado em estado grave. No dia 26 de agosto de 2020, três jogos da liga norte-americana masculina de basquete foram cancelados por protesto dos jogadores causado pelo que ocorreu a Blake.

Sterling Brown, jogador do Milwaukee Bucks, time que representa o estado de Wisconsin, leu um comunicado do time que se recusou a entrar em quadra contra o Orlando Magic fazendo com que a partida fosse suspensa. Pouco depois a Liga anunciou a suspensão de outros jogos.

A escolha de Brown para ler o comunicado se deve muito ao fato de que em 2018 ele foi detido supostamente por resistir a uma abordagem policial. Meses depois um vídeo revelou que ele não tinha oferecido nenhuma resistência e mesmo assim, recebeu choque da polícia. A mensagem dos jogadores foi clara:

“Nosso foco hoje não pode estar no basquete.”

Os Bucks entraram em contato com as autoridades de Wisconsin e, através de uma vídeo-conferência com o vice-governador do estado, Mandela Barnes, cobraram respostas sobre o fato. O vice-governador convocou a câmara legislativa para votar um pacote que inclui a reforma policial.

O protesto ganhou o apoio do sindicato dos atletas, da associação dos técnicos e foi ganhando força. A liga feminina também cancelou jogos e as atletas se ajoelharam de braços dados na quadra. Extrapolando as linhas das quadras de basquete, houve adesão na liga norte-americana de beisebol e os jogadores também decidiram não disputar partidas marcadas. A tenista japonesa Naomi Osaka, nº 10 do mundo, anunciou que não disputará a semifinal do torneio em Cincinnati. Partidas de futebol também foram adiadas na liga norte-americana como reflexo da onda de protestos dos jogadores.

Já vimos outros protestos antes. O movimento “Black Lives Matter” está ativo em vários países do mundo, principalmente após a morte de Geoge Floyd. Mas essa é a primeira vez que a liga de basquete suspende jogos por uma causa social. Podemos dizer que o esporte parou nos Estados Unidos e isso tem um significado enorme pelo impacto financeiro e midiático que isso pode provocou. Algo me parece ter mudado.

O que me alcança nisso tudo é o quanto estamos em sistemas. Um homem foi baleado nos Estados Unidos e eu nem fiquei sabendo. Mas o fato movimentou jogadores de basquete, que optaram por fazer um protesto inédito. Essa decisão tomou força e outros atletas aderiram à manifestação. O protesto virou notícia e eu, no interior do Brasil estou refletindo sobre o alcance de uma postura. Cada um tem um lugar no mundo e, desse lugar, cada pessoa pode dar a sua contribuição. Cada vez mais podemos perceber que ações locais podem ter impactos globais. Concorde ou não, assim a realidade está posta.

 

A realidade exige concordância

A realidade mudou e há quem diga que a vida que considerávamos “normal” não será retomada. Momentos de crise nos colocam diante de todas as questões para as quais não queríamos olhar com o devido respeito. No caso das administrações públicas, todas as nossas desatenções com a educação, saneamento, sistema de saúde, ciência e tecnologia, imigração, mercado de trabalho, etc, estão diante de nós. Tudo e todos que negligenciamos e excluímos, todas as desordens sociais que alimentamos e todos os desequilíbrios econômicos que fingimos não ver estão sentados nos sofás de nossas salas. As bolhas que criamos estouraram e passamos a ver as pessoas que exerciam funções essenciais e que até então, estavam invisíveis aos nossos olhos.

Li recentemente que o fechamento das fronteiras na Europa em razão da pandemia está comprometendo a safra de 2020 para abastecimento do continente e exportação. Para fazer a colheira anual, o continente precisa de 800 mil a um milhão de trabalhadores, sendo a maioria composta por estrangeiros que saíam de seus países e trabalhavam temporariamente em países europeus. Já estão comprometidas as colheitas na Espanha, que precisa de aproximadamente 25 mil trabalhadores. A Suíça, que tradicionalmente recebe eslovacos, romenos e poloneses conta apenas com uma fração mínima desses estrangeiros. A França declarou que possui um déficit de aproximadamente 200 mil trabalhadores. A Alemanha precisa de cerca de 80 mil trabalhadores estrangeiros e fechou um acordo para que 40 mil estrangeiros entrem no país até o fim de abril e os outros 40 mil, em maio.  A Itália está negociando o transporte de 15 mil trabalhadores estrangeiros para suas colheitas, mas isso representa uma parcela mínimas da necessidade real. O Reino Unido precisa de cerca de 80 mil trabalhadores estrangeiros para as colheitas.

No Brasil, as colheitas não contam com trabalhadores estrangeiros para serem realizadas e, por isso, não correm o risco de escassez de trabalhadores, desde que os níveis de contaminação pelo coronavírus estejam dentro do que o sistema de saúde possa absorver sem provocar caos. A demanda pela produção brasileira ainda está dentro das expectativas. Por exemplo, as exportações de laranja e grãos continuam dentro da normalidade do mercado. O sinal de alerta está aceso para as produções de algodão, açúcar e etanos, por uma tendência de redução de consumo desses produtos. Mas ainda será necessário acompanhar o cenário econômico para uma avaliação mais sensata.

Em diversos aspectos, a globalização fomentou a centralização de produções em países como a China, em nome da redução de custos. Ficamos com a sensação de que quase tudo que consumimos é produzido na China, total ou parcialmente. Pelo que percebo, as produções internas precisarão ser fortalecidas, algumas delas, em nome da segurança sanitária. Quer saber do que falo? A China vem trabalhando com afinco para ser a potência mundial em produtos farmacêuticos, cercando a cadeia produtiva dos ingredientes farmacêuticos e extratos naturais ao produto final, passando por maquinário, embalagens e toda tecnologia e ciência que envolve o setor. Estruturar um setor farmacêutico custa muito caro e a dinâmica do mercado tem desestimulado muitos países nessa área de investimento. A China não tem esse problema, está preparada para competir no setor que investir. E ela já sinalizou que tem um projeto para “ser líder em ciências da vida”. Quem duvida? O grande problema é que em caso de pandemia ou um evento com efeitos globais, o mercado consumidor estará dependente de poucos (ou único) fornecedores. Nesse aspecto, a existência de parques produtivos distribuídos pelo mundo é quase uma questão de segurança pública.

A realidade que está posta nos convida a reinventar a economia e a interação social através de adaptações e inovações dos relacionamentos. É necessário, dentre muitas ações:

– Fortalecer as produções internas e reorganizar as cadeias produtivas,

– Reestruturar a economia para que ela atenda às pessoas em suas novas relações de trabalho,

– Aprimorar as atividades para que sejam produtivas remotamente,

– Incluir digitalmente as pessoas, principalmente os idosos.

Acima de tudo e de todos, precisamos ser capazes de superar conflitos antigos e atuais, constantemente renovados por divergências insensatas para que a administração pública seja capaz de:

– Atuar de forma coordenada em todos os entes federados,

– Efetuar gastos com responsabilidade e transparência,

– Angariar a confiança da sociedade para que as orientações da administração pública sejam respeitadas pela sociedade.

 

 

 

 

 

 

 

Centralização das receitas tributárias

Quem parte, reparte…

Nas rodas de conversa sobre a partilha de receitas tributárias há um consenso de que a distribuição dos recursos é desigual. A União concentra a maior parte das receitas enquanto estados e municípios ficam com a maior parte das obrigações. Há um provérbio antigo que diz assim:

“Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é bobo ou não tem arte”. E assim tem sido, mas nessa dinâmica, perdemos todos.

Desde que eu estava na faculdade de administração que a descentralização da arrecadação é um assunto nas páginas de notícias e nas conversas entre profissionais da área. A Constituição de 1988 estabeleceu a descentralização política e administrativa, mas governos federais ao longo dos anos voltaram a concentrar a arrecadação de receitas na União.

Quando optou pela descentralização política e administrativa, a Constituição de 1988 sinalizou com destaque para os municípios como forma de reconhecer neles o lugar onde os serviços públicos são oferecidos, de fato. Na prática, são os governos locais os mais cobrados pela população na oferta de saúde, educação, transporte, infra-estrutura urbana e demais necessidades coletivas. Quando as receitas tributárias ficam concentradas no governo federal, os municípios ficam na dependência de repasses federais e estaduais para manterem a máquina local em funcionamento. Se considerarmos a guerra fiscal praticada pelos estados para atrair investimentos privados, os municípios ficam em situação ainda mais difícil. Mas é assim que tem sido e até que uma reforma ampla aconteça precisaremos fazer o que é necessário e possível dentro desse contexto.

E na hora de gastar?

Lembro de ter lido numa revista sobre a ineficiência com que o Brasil gasta seus recursos e fiz uma busca para incluir o link nesse texto. Segue aí:

https://exame.abril.com.br/brasil/ineficiencia-no-gasto-publico-custa-us-68-bilhoes-por-ano-ao-brasil/

Em resumo, com base num estudo de 2019 feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID o Brasil gasta de forma ineficiente os recursos públicos e isso representa 3,9% do Produto Interno Bruto – PIB. A ineficiência custa 68 bilhões de dólares por ano aos nossos bolsos.

As alternativas possíveis para transformar gastos públicos deficientes em eficientes, passam pela ampliação do olhar e pelo investimento em políticas públicas preventivas e não reativas. O BID estima que investimentos em educação reduzem em 20% a criminalidade.

Ao investir em projetos de impacto social, especialmente aqueles voltados para o trio educação/saúde/geração de trabalho cria-se a estrutura necessária para o desenvolvimento do país. Mas não podemos esquecer da necessidade de cuidar dos gastos com o funcionalismo, que é muito alto no Brasil.

A transparência que falta

No meu círculo mais próximo, ouço frequentemente algumas pessoas dizerem que o brasileiro é pouco participativo socialmente, que não se preocupa com os rumos das administrações públicas e com a fiscalização do que os políticos fazem enquanto nós trabalhamos, etc. Sempre que ouço algo assim, sinto um incômodo porque considero muito difícil participar e fiscalizar no Brasil.

Alguns podem dizer que existem os portais da transparência e outros mecanismos de participação e fiscalização, mas a conversa é um pouco diferente. Sem desmerecer os mecanismos que já existem, quem olhar mais detidamente vai perceber que até os Tribunais de Contas e órgãos de controle encontram dificuldades para exercerem a fiscalização.

Enquanto falta transparência, sobra um comportamento prejudicial que passa pela apropriação daquilo que é público. Na falta de uma consciência ampla de que o público é de todos, alguns tomam posse daquilo que é da coletividade. Parece uma doença social que ataca o Brasil.

Os cartões corporativos e seus gastos absurdos, os fretamentos de aeronaves particulares para viagens pessoais, a utilização privada de aeronaves públicas inclusive por amigos de políticos, as viagens internacionais disfarçadas de interesses públicos, os privilégios impensados em países europeus e que aqui são rotina. Tudo isso e muito mais está aí, diante de nós. Por mais que virem escândalos eventuais, a manutenção da estrutura nos mostra que cortam-se os galhos, mas não se chega à raiz. Desistir não é uma opção, precisamos encontrar alternativas de resolver essas questões, aina que parcialmente. Há trabalho duro pela frente.

O local como alternativa

Votei pela primeira vez em 1992, em Eleições Municipais. A primeira oportunidade de votar para presidente foi em 1994. Muitas Eleições se seguiram depois dessas, mas há um fato que me ocorre em todos os pleitos:

Uma certa agonia na hora de escolher em quem votar. E essa agonia é menor em Eleições Municipais e maior em Eleições Estaduais e Federais. Eleições municipais sempre me afligiram menos porque me sinto capaz de alcançar o candidato, ele me parece real para além do “santinho” com o seu número. Caso seja eleito, posso ir até o seu gabinete ou reclamar diretamente se o encontrar no supermercado ou em algum lugar da cidade. De modo contrário, candidatos estaduais me parecem distantes, quase como personagens ou pessoas inexistentes na realidade. Não os reconheço como possíveis vizinhos e não me sinto capaz de encontrá-los de algum modo.

Percebo que o lugar onde as necessidades das pessoas aparecem de forma mais concreta é a cidade. É na cidade que a pessoa precisa utilizar os serviços públicos (saúde, educação, trânsito, etc). É na cidade que o “bicho pega”. É lá que a rua tem buraco, que o poste fica sem iluminação, que o cano de esgoto estoura, que falta saneamento básico, enfim, é na cidade que a vida acontece e que o encontro do cidadão com a administração pública se concretiza, de forma funcional ou disfuncional.

De forma geral, o prefeito é o primeiro representante na linha de tiro de reclamações, entretanto, a divisão de responsabilidade na prestação de serviços públicos ou no repasse de recursos afasta o cidadão da solução de sua insatisfação. Por exemplo, se houver uma insatisfação em relação a uma escola de nível médio, a reclamação precisará ser feita em uma repartição da secretaria estadual de educação. O servidor que receberá a reclamação é alguém que representa o poder estadual, mas dependendo do contexto, não terá autonomia para responder imediatamente sobre a questão. Se o poder de decisão local fosse mais abrangente facilitaria a fiscalização dos atos da administração pública. Haveria uma possibilidade de personalizar a cobrança, já que a proximidade dificultaria que o representante eleito “fugisse” de dar satisfações aos seus eleitores.

Eu acredito nas políticas públicas focadas na governança local como alternativa para melhorar a administração pública. A proximidade do cidadão com o governante favorece a fiscalização, a cobrança por transparência e a restauração da confiança. É a governança de perto. Quanto mais longe, menos transparência, menos acesso ao político e menos possibilidade de cobrar. O relacionamento fica abstrato.

O contexto político-administrativo brasileiro impõe ao poder local limites muito estreitos. As demandas por serviço público estão concentradas nas cidades, mas a arrecadação dos tributos está concentrada no governo federal. Isso faz com que haja menos dinheiro onde ele é mais necessário. Essa situação aliada à desarmonia entre as agendas locais, estaduais e nacional dificulta ainda mais a solução de problemas rotineiros na administração pública. Nosso país ainda não foi capaz de construir um planejamento de longo prazo que supere divergências ideológicas e atenda as necessidades reais da população.

Essas questões precisam ser definidas através da remodelação do Pacto Federativo por parte do governo federal e do congresso nacional. Estava na pauta das ações para 2020, mas pelo visto, o coronavírus complicou a situação. Quem tiver fé, que persista em suas orações porque sem alguns alicerces, não seremos capazes de dar nem meio passo de avanço.

6 Variáveis Básicas da Administração

Depois que comecei a estudar o trabalho de Bert Hellinger passei a perceber a capacidade de conexão entre a INTELIGÊNCIA SISTÊMICA e os conhecimentos que obtive na área da ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.

Para mim, foi extremamente relevante perceber que eu poderia utilizar os PRINCÍPIOS SISTÊMICOS de Hellinger em conjunto com as teorias de ADMINISTRAÇÃO. Não é uma coisa OU outra coisa. É uma coisa E outra coisa.

Lembrando que INTELIGÊNCIA SISTÊMICA é a capacidade de aplicar os princípios sistêmicos na vida cotidiana. No meu caso, trato especificamente de organizações públicas, mas de fato, algumas técnicas de administração não possuem diferença para aplicação no setor privado ou no setor público. Nesse caso utilizarei mais o termo administração deixando implícito que o raciocínio é o mesmo para a administração pública. Vou tratar aqui de 6 variáveis básicas da administração associadas ao conhecimento das 3 leis naturais de Bert Hellinger: PERTENCIMENTO, ORDEM E EQUILÍBRIO.

Então vamos lá…

A administração PERTENCE a uma ÁREA DE CONHECIMENTO que recebe CONTRIBUIÇÕES de DIVERSAS FONTES, formando DIFERENTES TEORIAS ao longo do tempo.

Cada teoria surgiu num PERÍODO propondo SOLUÇÕES  para os DESAFIOS enfrentados pelas organizações naquele contexto temporal.

Todas as teorias possuem VALOR e são APLICÁVEIS dentro de CONTEXTOS ESPECÍFICOS. A ADMINISTRAÇÃO possui uma natureza VARIÁVEL que se comporta de forma COMPLEXA e SISTÊMICA. Cada variável INFLUENCIA e é INFLUENCIADA o tempo todo.

Dentro dessa perspectiva, as TEORIAS da administração surgem para AUXILIAR na COMPREENSÃO do contexto e ORIENTAR nas DECISÕES organizacionais. As TEORIAS vão sendo ADAPTADAS de acordo com a MUDANÇA dos CONTEXTOS.

As 6 VARIÁVEIS da administração possuem ÊNFASES dadas em cada fase. São elas:

  • TAREFAS: É o foco das teorias que colocam ênfase na racionalização e no planejamento de atividades operacionais. Exemplo de teoria com essa ênfase: Administração Científica (1903).

  • ESTRUTURA: É o foco das teorias que colocam ênfase na estrutura e configuração das organizações. Exemplos: Teoria da Burocracia (1909) e Teoria Clássica (1916).

  • PESSOAS: É o foco das teorias que colocam ênfase nas pessoas e suas atividades dentro da organização. Exemplos: Teoria das Relações Humanas (1932) e Teoria Comportamental (1957).

  • TECNOLOGIA: É o foco das teorias que colocam ênfase na utilização da tecnologia dentro das organizações. Exemplo: Teoria da Contingência (1972).

  • AMBIENTE: É o foco das teorias que colocam ênfase na adequação das organizações ao contexto externo. Exemplos: Teoria dos Sistemas (1951) e Teoria da Contingência (1972).

  • COMPETITIVIDADE: É o foco das teorias que colocam ênfase na capacidade de uma organização oferecer produtos e serviços melhores, mais baratos e mais adequados às necessidades e expectativas do mercado. Exemplo: Teoria das Novas Abordagens (1990).

As variáveis existentes terminam aqui. Mas uma OUTRA variável pode SURGIR… até porque o que ela enfatizaria faz parte da ESSÊNCIA HUMANA e focar nela pode PROPORCIONAR GANHOS sistêmicos para o PLANETA E SEUS HABITANTES. Existem muitas pessoas TRABALHANDO para que ela se torne uma REALIDADE na ADMINISTRAÇÃO. A sétima variável seria (será):

  • COLABORAÇÃO: O foco de uma TEORIA CRIADA a partir da CRISE SANITÁRIA GLOBAL provocada pelo COVID-19. Os GOVERNOS e ORGANISMOS INTERNACIONAIS se uniram para traçar ESTRATÉGIAS de COOPERAÇÃO INTERNACIONAL para questões HUMANAS ESSENCIAIS. Essa TEORIA CRIADA abarca as TEORIAS ANTERIORES e lança um olhar INCLUSIVO, ORDENADO e EQUILIBRADO para as PESSOAS em seus SISTEMAS.

Que se torne real!

 

Referências bibliográficas:

MAXIMIANO, Amaru. Teoria Geral da Administração. Atlas, 2012

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. Elsevier, 2004

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